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| (Foto: Getty Images) |
Antes do MMA atingir atual nível de popularidade nos Estados Unidos, o esporte já era um fenômeno de audiência no Japão, país que sediava o Pride, um dos torneios favoritos dos amantes das artes marciais mistas. Neste fim de semana, o atual presidente do UFC, Dana White, levará seu evento até a Terra do Sol Nascente pela primeira vez desde que assumiu a organização, em 2001. Ao saber que alguns fãs locais reclamaram a ausência de nomes como o do brasileiro Wanderlei Silva, ídolo da época do Pride, no UFC 144, White pediu aos japoneses que esqueçam o passado.
- Não estamos montando card de acordo com os lugar onde o evento vai. Peço aos fãs japoneses que esqueçam o Pride. Existem vários novos e excelentes lutadores no Japão e em todo o mundo. Não quero que seja parecido e que façam comparações - disse Dana White, ao site MMAFighting.
O UFC adquiriu o Pride em 2007, e acabou com suas atividades em seguida. A empresa esperava conseguir manter o evento - que apresentava entradas de ringue elaboradas, regras diferentes e muito mais liberais, às vezes lutas sem limite de peso. No entanto, alguns problemas, indo desde a organização do evento, passando por questões relativas a emissoras de TV associadas e indo até a suspeitas de atuação da máfia japonesa - a Yakuza - acabaram por forçar que o Pride fosse extinto definitivamente. Alguns de seus maiores nomes, como Quinton "Rampage" Jackson, Rodrigo Minotauro, Maurício Shogun, Dan Henderson, Wanderlei Silva, Mirko Cro Cop, migraram para o UFC.
Fonte: SporTV.com
