| (Foto: Divulgação / UFC) |
A poucas horas de entrar no octógono para a sua luta no UFC 144, em Saitama, no Japão, o meio-pesado Quinton "Rampage" Jackson espera que a luta contra Ryan Bader seja um resgaste do MMA em terras nipônicas. Ídolo local quando lutava no extinto Pride, Rampage promete ir com tudo para cima do adversário.
- Se eu puder ajudar a retomar o MMA no Japão, vou lutar com todas as minhas forças e proporcionar um grande espetáculo. Vou tentar realizar a luta mais empolgante que os fãs japoneses já viram. Talvez assim eles pedirão para que o UFC volte novamente - prometeu Rampage, em entrevista ao site "The Underground".
O lutador de 33 anos retorna ao Japão após 6 anos. Agora sem o Pride, o americano aponta as diferenças entre o antigo evento japonês e o atual maior campeonato de MMA do mundo.
- O Pride no Japão tinha características que produziam lutas melhores. Não sei se as pessoas entendem isso. Nos Estados Unidos, todo mundo fica preocupado querendo saber quem vai ganhar ou está ganhando. Não é só isso. No fim das contas, o entendimento por aqui era que a luta era um entretenimento - avaliou.
Oponente de Rampage na noite deste sábado, Ryan Bader tentará conter os ânimos do compatriota. O lutador vem de uma vitória diante de Jason Brilz, por nocaute, no UFC 139, em novembro. Já Rampage não teve sucesso em seu último combate, quando perdeu para o atual campeão dos meio-pesados, Jon Jones.
O UFC adquiriu o Pride em 2007, e acabou com suas atividades em seguida. A empresa esperava conseguir manter o evento - que apresentava entradas de ringue elaboradas, regras diferentes e muito mais liberais, às vezes lutas sem limite de peso. No entanto, alguns problemas, indo desde a organização do evento, passando por questões relativas a emissoras de TV associadas e indo até a suspeitas de atuação da máfia japonesa - a Yakuza - acabaram por forçar que o Pride fosse extinto.
Fonte: SporTV.com