12 de abril de 2012

Wanderlei Silva se derrete em elogios a Eike Batista: 'Votaria para presidente'

Wanderlei Silva sempre foi conhecido tanto pelo estilo empolgante de lutar quanto pela espirituosidade, que o público está conhecendo melhor a cada comentário sarcástico no "The Ultimate Fighter Brasil - Em busca de campeões". Ao contar seus planos para voltar ao Brasil e montar projetos sociais após sua luta contra Vitor Belfort, em junho, o "Cachorro Louco" soltou mais algumas de suas "pérolas" para o SPORTV.COM. Desta vez, o lutador mostrou sua aptidão para "frasista" ao falar do empresário Eike Batista.

Segundo Wanderlei, ele e Eike têm nome do filho e 'vontade de vencer' em comum (Foto: Editoria de Arte)

Wanderlei tem uma academia em Las Vegas, e sua condição para montar filiais no país seria a disponibilidade de pelo menos dois horários gratuitos por dia para aulas a menores carentes. Para realizar este projeto, o lutador quer o apoio de empresários bem estabelecidos - como Eike, que já apoia um programa de artes marciais para crianças dos irmãos Nogueira.

- Não dá para confiar em qualquer ONG. Os caras fazem ONGs para beneficiar a si primeiro e depois ao projeto. Esperam ter a casa na praia, o carrão, e depois fazem o projeto. O Eike Batista, não. Ele não precisa tirar do projeto, ele tem dinheiro. Para um projeto do Eike, eu doaria dinheiro. Nele, eu acredito. Eu votaria no Eike até para presidente (risos) - declarou Wand.

Wanderlei quer montar academias populares no país (Foto: Divulgação / UFC)

O "Cachorro Louco" disse ter duas coisas em comum com o empresário carioca: a "vontade de ser vitorioso" e o nome do filho, Thor, que colocou ao ler numa revista que este era o nome do filho de Luma de Oliveira, sem saber que Eike era o pai. A conta bancária ainda não está tão parecida.

- Mas estou próximo, já passei dos sete dígitos faz tempo, daqui a pouco chego aos oito! - brincou.

Os novos patrocínios assinados no retorno ao Brasil devem ajudar Wanderlei a chegar à marca. Nada mal para um lutador de origem humilde, que não tinha dinheiro para pagar academia e teve ajuda dos donos do espaço para poder treinar. Agora, sua intenção é devolver para os jovens que também não tenham condições.

- Arte marcial não precisa ser cara. Acho absurdo o cara ter que pagar R$ 250, R$ 350 para poder treinar. Queria que minha academia fosse no máximo R$ 70, sem limites de uso - explicou.

E se o projeto não der certo e Wand falir? Ele tem outros serviços para oferecer a Eike...

- Se ele estiver precisando de motorista, estamos aí! Eu dirijo bem, conto piada... (risos)

Fonte: SporTV.com

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